Por mais de 400 anos, o povo de Israel se questionava e esperava enquanto enfrentava perseguições e dolorosos abusos nas mãos de governantes estrangeiros e cruéis. Por anos, eles se apegaram às palavras de profetas como Isaías e Zacarias que falavam sobre um tempo em que seus inimigos seriam destruídos.
O povo judeu esperava um homem poderoso que derrubaria o Império Romano e tomaria seu lugar de direito como rei e conquistador.
E então, certo dia, um conhecido mestre das Escrituras (que acabara de ressuscitar um homem dentre os mortos) chegou à capital Jerusalém, montado em um jumento, um animal associado com frequência à realeza e à paz.
Mas Jesus não era apenas um homem, Ele era Deus e homem. E esta não foi apenas uma entrada triunfal em Jerusalém: foi uma marcha determinada e cheia de fé rumo à crucificação que O aguardava.
Ele se tornaria rei, mas não da maneira que os judeus esperavam. Em poucos dias, a entrada triunfal de Jesus na cidade se transformaria em uma vitória triunfante sobre os inimigos mais fortes de todos: a morte, o diabo e a separação eterna de Deus.
Mas essa vitória custaria a vida de Jesus, e sua morte seria aplaudida pela mesma multidão que comemorava a sua chegada.
Seu sacrifício lhe custou tudo, mas nos deu tudo.
Podemos nos aproximar Dele, livres de toda vergonha, porque Ele se sacrificou por nós.
Então, hoje, reflita sobre como a obediência de Jesus resultou na sua reconciliação permanente com Deus, e passe algum tempo bendizendo o Rei que veio em nome do Senhor.
